Dra. Nilza Perin, gastropediatra (48) 3222-2223
Dra. Nilza Perin, gastropediatra e hepatologista pediátrica em Florianópolis

Gastroenterologia e hepatologia pediátrica · Florianópolis

Quando a barriga do seu filho não dá trégua.

Dor que volta toda semana. Refluxo que não passa.
Intestino que não funciona. Criança que não ganha peso.

Sintoma digestivo que persiste na infância tem causa. E tem investigação.

Dra. Nilza Perin · Pediatra · CRM-SC 5517 · RQE 3364

  • 30+ anos dedicados à saúde digestiva de crianças e adolescentes
  • Chefe do Serviço de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital Infantil Joana de Gusmão
  • Canadá fellowship em Gastroenterologia Pediátrica pela University of Alberta

Desde muito pequena, eu já dizia que queria ser médica de criança. A inspiração veio dentro de casa. Meu pai era médico e, muitas vezes, acolhia pacientes em nossa própria residência. Lembro especialmente das crianças em tratamento oncológico que vinham de outras cidades e passavam os finais de semana conosco.

Dra. Nilza Perin Gastropediatra e hepatologista pediátrica

A especialidade

O aparelho digestivo da criança não é o do adulto em miniatura

A gastroenterologia pediátrica cuida da prevenção, do diagnóstico e do tratamento das doenças do aparelho digestivo de crianças e adolescentes: boca, faringe, esôfago, estômago, intestinos delgado e grosso, além do fígado, da vesícula biliar e do pâncreas. Cada fase do crescimento tem sintomas, causas e condutas próprias.

Condições acompanhadas

O que a gastropediatria investiga e trata

  • Refluxo gastroesofágico

    Do bebê que golfa ao refluxo persistente que precisa de investigação e conduta.

  • Alergias alimentares

    Alergia à proteína do leite de vaca e outras alergias alimentares na infância.

  • Intolerância à lactose

    Diagnóstico correto e orientação alimentar, sem restrição desnecessária.

  • Constipação intestinal

    Intestino preso persistente, dor para evacuar e escape fecal.

  • Dor abdominal

    Dor de barriga que volta sempre e atrapalha a rotina, a escola e o sono.

  • Diarreia

    Diarreia aguda, prolongada ou recorrente, com avaliação da causa.

  • Doença celíaca e má absorção

    Doença celíaca e outras condições que comprometem a absorção intestinal.

  • Gastrites, esofagites e úlceras

    Doença ácido-péptica em crianças e adolescentes.

  • Doença inflamatória intestinal

    Acompanhamento longitudinal de doença de Crohn e retocolite na faixa pediátrica.

  • Sangramentos gastrointestinais

    Sangue nas fezes ou no vômito, com investigação da origem.

  • Fígado, vias biliares e pâncreas

    Doenças hepáticas, das vias biliares e do pâncreas na infância e na adolescência.

  • Dificuldade alimentar

    Criança que come pouco, recusa alimentos ou não ganha peso como deveria.

Hepatologia pediátrica

O fígado da criança também precisa de olhar especializado

Doenças hepáticas na infância costumam evoluir em silêncio, sem sintoma evidente, e por isso dependem de acompanhamento atento e diagnóstico precoce. A Dra. Nilza atua na investigação e no acompanhamento das doenças do fígado e das vias biliares em crianças e adolescentes, e preside o Departamento Científico de Hepatologia da Sociedade Catarinense de Pediatria.

  • Hepatites virais

    As hepatites A e B estão entre as doenças que a vacinação previne de forma mais eficaz. A proteção começa cedo: a vacina contra hepatite B é recomendada ainda nas primeiras horas de vida.

  • Doença gordurosa do fígado

    Cada vez mais frequente na infância e ligada à obesidade, costuma ser silenciosa e exige avaliação e acompanhamento.

  • Colestase e icterícia prolongada

    Icterícia que persiste no recém-nascido e alterações das vias biliares pedem investigação sem demora.

  • Alterações em exames de fígado

    Enzimas hepáticas alteradas em exame de rotina merecem contexto clínico antes de qualquer conclusão.

Quando procurar

Sinais que merecem uma avaliação especializada

Nem sempre a criança consegue dizer o que está sentindo. Muitas vezes o desconforto aparece de outras formas. Sinais que se repetem ou que persistem ao longo do tempo merecem atenção.

  • Dor abdominal que volta com frequência
  • Constipação intestinal persistente
  • Diarreia recorrente
  • Refluxo que persiste além do esperado
  • Dificuldade para se alimentar ou mudança no apetite
  • Dificuldade para ganhar peso ou desaceleração do crescimento
  • Sangue nas fezes
  • Distensão abdominal
  • Anemia ou cansaço frequente sem causa definida

Esta lista é informativa e não substitui a consulta. A avaliação de cada criança é individual e leva em conta a história clínica completa.

Dra. Nilza Perin em seu consultório em Florianópolis

Sobre a Dra. Nilza

Formação no Brasil e no exterior, prática hospitalar e ensino

A Dra. Nilza Perin é pediatra com área de atuação em Gastroenterologia Pediátrica, dedicada ao diagnóstico e ao tratamento das doenças do aparelho digestivo e do fígado na infância e na adolescência.

Graduou-se em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina e fez residência médica em Pediatria no Hospital Infantil Joana de Gusmão. Em seguida, realizou fellowship em Gastroenterologia Pediátrica pela University of Alberta, em Edmonton, no Canadá. Tem títulos de especialista em Pediatria e em Gastroenterologia Pediátrica pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, e mestrado em Ciências Médicas pela UFSC.

Hoje é chefe do Serviço de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital Infantil Joana de Gusmão, onde também é preceptora da residência médica em Pediatria, e professora do Departamento de Saúde Materno-Infantil da UNISUL. Divide a rotina entre o hospital, a universidade e o consultório.

Trajetória

Mais de 30 anos dedicados à saúde infantil

  • Graduação Medicina pela Universidade Federal de Santa CatarinaUFSC, 1991
  • Residência Pediatria no Hospital Infantil Joana de GusmãoFlorianópolis, SC
  • Canadá Fellowship em Gastroenterologia PediátricaUniversity of Alberta, Edmonton
  • Estágios Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Harvard Medical School e University of MiamiServiços de gastroenterologia pediátrica
  • Mestrado Ciências Médicas pela Universidade Federal de Santa Catarina
  • Ensino Professora do Departamento de Saúde Materno-Infantil da UNISUL
  • Hoje Chefe do Serviço de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital Infantil Joana de GusmãoE preceptora da residência médica em Pediatria

A consulta

Muito além da avaliação de um sintoma isolado

  1. História clínica completa

    O diagnóstico raramente começa pelo exame. Começa pela história da criança e pela observação da família.

  2. Exame clínico e avaliação do crescimento

    Exame físico, curvas de crescimento e desenvolvimento, que contam o que o sintoma isolado não conta.

  3. Hábitos alimentares e rotina

    Alimentação, sono e rotina entram na avaliação, porque impactam diretamente a saúde digestiva.

  4. Exames, quando fizerem sentido

    A decisão sobre quais exames pedir nasce da avaliação clínica, não o contrário.

  5. Escuta e orientação

    Espaço para os pais entenderem os sintomas e saírem com direcionamento claro sobre os próximos passos.

Segurança e prevenção

Três alertas que toda família precisa conhecer

01

Bateria de botão é emergência médica

Pequena no tamanho, gigante no risco. A ingestão de bateria de botão pode causar queimadura grave no esôfago em poucas horas, e muitas crianças ficam sem sintoma nesse intervalo. Diante da suspeita, não espere sinal aparecer: procure atendimento imediatamente.

02

Whey protein e creatina na infância e adolescência

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças e adolescentes saudáveis em geral suprem suas necessidades com alimentação equilibrada. O uso indiscriminado desses produtos pode trazer riscos metabólicos, hepáticos e renais, além de favorecer uma relação inadequada com a alimentação e com a imagem corporal.

03

Cafeína e bebidas energéticas

Refrigerante, chocolate, café e energético entram cedo na rotina. A infância e a adolescência são fases de intenso desenvolvimento cerebral, hormonal e metabólico, e estudos associam o consumo precoce de cafeína a alterações do sono, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração.

Ciência e ensino

A prática de consultório alimentada por pesquisa e ensino

Além do consultório e do hospital, a Dra. Nilza atua na formação de novos pediatras e na produção científica da especialidade.

  • Sociedades científicas

    Presidente do Departamento Científico de Hepatologia e conselheira da Sociedade Catarinense de Pediatria. Membro dos Departamentos de Gastroenterologia e de Hepatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, onde coordena o site Conversando com as Famílias.

  • Ensino e residência

    Professora do Departamento de Saúde Materno-Infantil da UNISUL e preceptora da residência médica em Pediatria no Hospital Infantil Joana de Gusmão.

  • Congressos e palestras

    Palestrante no Congresso Brasileiro de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica de 2026, em Salvador, com o tema doença celíaca, acompanhamento em longo prazo e comorbidades. Participação em congressos internacionais em Montreal, Amsterdã e Munique.

  • Publicações

    Autora e coautora de artigos no Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, no Jornal de Pediatria e nos Arquivos de Gastroenterologia, além de capítulos em livros da especialidade.

Onde atende

Baía Sul Medical Center, no Centro de Florianópolis

Rua Menino Deus, 63
Bloco A, sala 412

Dúvidas frequentes

Antes de marcar a consulta

Com que idade a criança pode ser atendida?

A gastroenterologia pediátrica acompanha desde o recém-nascido até o fim da adolescência. Cada faixa etária tem sintomas e condutas próprias.

Preciso de encaminhamento do pediatra?

Não é obrigatório. Muitas famílias chegam por indicação do pediatra que acompanha a criança, mas você pode marcar diretamente. Se houver exames ou relatórios anteriores, leve na consulta.

O que levar na primeira consulta?

Caderneta de vacinação e de acompanhamento da criança, exames já realizados, relatórios de outros profissionais e a lista de medicamentos em uso. Se possível, anote antes quando os sintomas começaram, com que frequência aparecem e o que parece melhorar ou piorar.

Meu filho precisa fazer endoscopia?

Nem sempre. A decisão sobre quais exames solicitar nasce da avaliação clínica, e boa parte dos casos é conduzida sem exame invasivo. Quando o exame é necessário, ele é explicado à família antes.

A Dra. Nilza também cuida de doenças do fígado?

Sim. Além da gastroenterologia pediátrica, ela atua em hepatologia pediátrica e preside o Departamento Científico de Hepatologia da Sociedade Catarinense de Pediatria.

Dra. Nilza Perin

Agendamento

O primeiro passo é uma conversa

A secretaria atende pelo telefone do consultório e organiza os horários disponíveis.

(48) 3222-2223